O texto são anotações de aulas e resumo de diversas fontes principalmente do livro História da Música Ocidental Grout & Palisca.
O Renascimento é o termo que distingui o período histórico compreendido entre o fim do século XIV e meados do século XVII. Foi assim denominado pelo impulso de revalorização das referências culturais da Antiguidade Clássica que foram o ponto de partida em direção a um ideal humanista e naturalista. O humanismo colocava a figura humana no centro das questões em todas as áreas.
O período foi marcado pelas transformações vário aspectos da vida da cultura e do pensamento e abriu as portas para Idade Moderna. A transição do feudalismo para o capitalismo foi o aspecto motivador destas mudanças. Esse contexto possibilitou as transformações na cultura, sociedade, economia, política e religião, numa ampla ruptura com as estruturas medievais.
Aspectos gerais:
- O humanismo;
- O cientificismo e o início da tecnologia atual;
- A valorização da cultura greco-romana;
- A liberdade de circulação de idéias;
- Inicio da economia capitalista: o incremento comercial, as primeiras indústrias e o estabelecimento dos bancos, a solidificação das nações, o colonialismo, o imperialismo e a globalização, o pragmatismo político, as novas pesquisas científicas, a vitória do racionalismo na filosofia, a crítica aos dogmas da igreja e a diversificação das crenças cristãs, a fundação de universidades modernas e a divulgação do saber através imprensa.
A retomada do interesse pela cultura grego-romana no séc. XV alavancou uma série de discussões sobre a arte e seu papel na vida do homem. Este contexto tanto papel da música quanto a forma como ela era produzida passaram a ser amplamente questionados.
Teóricos, literatos e filósofos que liam nos clássicos do pensamento grego sobre a “força” das paixões despertas pela música, e questionava-se: porque a música de seu tempo não despertava as mesmas paixões?
Esta critica se agravava à medida que as outras artes já ensaiavam uma aproximação com os modelos clássicos. Tal aproximação era impossível, pois diferente das demais expressões artísticas a música da antiguidade não havia deixados registros possíveis de aproveitamento pelos músicos da época.
Assim os músicos passaram a tentar intuir e interpretar como seria a música “expressiva” descrita nos textos gregos e a partir daí tentar criar sua própria música expressiva com os recursos que dispunham.
A demanda intelectual para que música retomasse os valores expressivos
“perdidos” foi tamanha que muitos pensadores da época geraram densas criticas
sobre a música e a produção e a pratica musical.
Os principais
críticos da música da época foram o bispo Bernadino Cirillo e o teórico e
compositor Gioseffo Zarlino, e ao mesmo tempo, também foram incentivadores da
Nova Música. Apesar de Zarlino celebrar as conquistas técnicas da música de sua época, ele junto a Cirillo clamavam pelo retorno da expressividade aos moldes
do que acreditavam ser a música do período clássico grego. Estes críticos
apontaram como exemplos da nova música expressiva obras de compositores com
Willaert (O Dolce Vita Mia)e Arcadelt (Ahime, ahime, dov'è'l bel viso).
Estética e técnica
O plano estético foi determinante para construção da música da
renascença, ele foi inicialmente baseado nos textos dos filósofos e ensaísta
gregos como Platão, Aristóteles, Pitágoras, Euclides e Ptolomeu. O primeiro
centro destes estudos foi a escola de Vittorio Feltre fundada na cidade
italiana de Mântua me 1424, lá aristocratas e jovens de talento iniciaram as
leituras e estudos dos textos clássicos.
Num período seguinte surgem os textos
contemporâneos de fundamentaram a nova pratica musical tais como o dodekachordon de Glareano; Liber de Arte Contrapuncti de Tinctoris
e finalmente a grande síntese dos conceitos musicais renascentistas La Istituitioni Harmoniche de Zarlino.
Outro aspecto importante foi a aproximação entre a poesia e a música promovida no renascimento foi de
extrema importância para a linguagem musical. Diferente da relação música e
poesia existente no período medieval, agora a poesia passa a determinar os
aspectos expressivos da música.
Os poetas renascentistas procuram mimetizar o
sentido das palavras através de uma cuidadosa preocupação com as sonoridades,
por sua parte os músicos procuraram reproduzir e potencializar estas
sonoridades. Utilizado a poesia sua sintaxe, pontuação e seus aspectos
dramáticos como elementos norteadores na construção de todos os elementos da
forma musical: sentido das melodias; uso de consonâncias e dissonâncias;
ritmos; cadências; equilíbrio das intensidades; texturas.
Afinação
No plano teórico a questão da afinação se tornou cada vez mais importante,
pois com a sofisticação do contraponto e as novas possibilidades de uso de
intervalos como a terça, sexta. Foi necessário buscar sistemas de afinação que
tornassem estes intervalos mais consonantes.
Diferente do que temos de afinação hoje, onde o temperado musical suaviza e ajusta a sonoridade das
terças e sextas, tornando-as consonâncias, naquela época o sistema adotado o
pitagórico, gerava uma série de problemas em relação aos intervalos e até em
intervalos teoricamente correspondentes como, por exemplo: Dó# e Réb, que soavam diferentes pro causa da
divisão interna dos semitons. Assim passaram a ser adotadas solução como o
sistema mesotônico e mais tarde os primeiros sistemas temperados.
Música impressa
Com a invenção da impressa de caracteres moveis, a confecção de
partituras se tornou um dos principais meios de divulgação e registro das obras
musicais. A proporção de tal novidade foi tão grande, que se iniciou um
movimento de padronização de alguns aspectos da escrita e notação musical. O
resultado disso é nossa atual notação universalizada.
Características gerais da música renascentista:
Apesar de
ainda utilizar os modos medievais, a música Renascentista, lança mão de muitas
modulações, transposições, alterações cromáticas, diferenciando sua sonoridade
daquela encontrar no período medieval.
A grande
mudança em relação à Ars Nova foi o alto grau de complexidade e sofisticação
atingido pelo contraponto. Também neste estagio os compositores passaram a se
preocupar com a condução vertical da música, ou seja, na harmonia entre as
vozes, encadeando o movimento das vozes a fim de controlar o surgimento dos
intervalos e dos “acordes”.
Gerando efeitos de movimento mais suaves e
racionais. Passou-se a usar mais intervalos de terças e sextas no interior da
peça e intervalos como as quartas e quintas justas eram menos constantes, e o
uníssono e as oitavas passaram a iniciar ou terminar a composição.
O aspecto teórico mais importante foi o surgimento da pratica de compor
todas as vozes de uma obra de uma única vez. Até então o método praticado
consistia em escrever uma voz de cada vez, ou seja, numa peça a quatro vozes o
compositor escrevia a voz aguda ou grave, ou simplesmente completava as vozes a
partir de um canto firmus.
Isso
ocasionava muitas vezes em duplicações de notas em duas ou mais vozes. Com as
novas técnicas de contraponto mais sofisticadas necessitavam de mais atenção e
cuidado por parte dos compositores, assim a composição simultânea das passou
ser o modelo praticado até nossos dias.
Técnicas
como a imitação de melodias inteiras ou trechos agora são freqüentes entre as
vozes. Surge a notação métrica e são abandonadas teorias de ritmos medievais. Com
a formalização das primeiras da fórmula de compasso.
Divisões e a subdivisões
binárias e quaternárias são agora mais comuns. Os ritmos de danças são
aproveitados como modelos. As cores das figuras tornam-se brancas para as
longas e pretas para as notas curtas.
São
feitas experiências acústicas como o estilo policoral veneziano, onde se distribuía
o coro em vários lugares da igreja criando a sensação de reverberação e eco. São
incorporados efeitos vocais variados miméticos como: gritos, resmungos e sons
de animais, entre outros.
Denominação das vozes e
função:
Nome
medieval
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Nome
renascentista
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Função
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Supremus
ou Superius
(latim)
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Soprano (italiano)
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Escrita
na parte superior da partitura é a voz mais aguda da música, onde estava
maior parte das melodias
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Altus (latim)
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Contralto (italiano)
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Escrita
acima do tenor é voz mais grave que a soprano, voz intermediária da
polifônica
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Contraltus (latim)
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Contratenor (italiano)
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Escrita
na pauta abaixo da altus é voz mais aguda que o tenor outras voz
intermediária da polifônica
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Tenor (latim)
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Tenor
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Sua
origem era o cantus firmus, ficando entre a voz agudas e a grave e preenchia
a parte intermediária da polifônica
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Bassus (latim)
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Basso (italiano)
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Escrita abaixo de todas e na parte inferior da partitura, passando a
ter a função de tenor ou sustentar o canto
|
As principais
características da música renascentista são: o extenso uso da textura
polifônica; a definição de vários parâmetros do contraponto; o inicio da
transição do sistema modal para o tonal.
As formas mais cultivadas de música sacra são: a Missa e o moteto. Já na
música secular temos: o madrigal, a chanson.
Temos também o a música instrumental para a dança e os primeiros registros de
um gênero musical puramente instrumental, com formas como: o ricercar e canzona.
Fases da Música na Renascença:
A divisão é arbitraria e serve para diferenciar alguns estilos de
composição, sendo que alguns se sucederam e outros foram contemporâneos.
Geração Pré-Renascimento: a
escola de Inglesa e da Borgonha (1400-1450): transição entre Idade Média e
Renascença.
Escola Inglesa
Principais compositores: John
Dunstable (Quam pulchra es) e Leonel Power.
Características: utilização de
terças e sextas como consonâncias; uso de forma sistemática do Fauxbourdon;
estilo claro e fluido; vitalidade rítmica e harmônica nas cadências.
Escola da Borgonha
Principais compositores:
Guillaume Dufay (Nuper rosarum flores) e Gilles Binchois
Características: a proibição de
quintas e oitavas paralelas ou diretas; texturas com quatro vozes; imitação e
controle da dissonância; nas canções seculares uso de formas como: Rondeau,
Virelai e a balada, com três vozes com uso de partes instrumentais.
A primeira geração
franco-flamengo (1450-1480)
Principais compositores: Johannes
Ockeghem (Qu'es mi vida, preguntais), Arcadelt, Willaert e Antoine Busnois
Características: novas regras de
contraponto; consolidação do estilo polifonia imitativo; Técnicas amplamente
utilizadas: canon convencional ou mensural.
A segunda geração de
franco-flamengo: o Estilo Internacional (1480-1520)
Principais compositores: Josquin
Desprez (Absalon, fili mi) e Johannes Obrecht.
Características: polifonia de
estilo menos densa e elegante; cadências claras e freqüentes; composições com
seções de duas ou três vozes e passagens homofônicas facilitando a articulação
do texto; as linhas de melódicas de contornos mais simples e equilibrados.
A terceira geração (1520-1560): O
estilo internacional do século XVI.
Principais compositores: Música
sacra: Cristóbal de Morales (Parce mihi Domine) e Nicolas Gombert.
Características: aumento do
número de vozes (geralmente cinco); mistura das texturas; uso frases e
cadências de engano.
Principais compositores: Música
secular [chanson francesa]: Janequin (Le chant des oiseaux), Sermisy, Clemens e Senfl.
Características: formas mais
praticadas madrigal italiano e a chanson parisiense, que eram muitas vezes
homofônicas com aspectos onomatopaicos e bem-humorados. Na Espanha, foram
livros publicados para vihuela (música instrumental) e canções para voz com acompanhamento de
compositores como: Narváez (Siete Diferencias sobre Guárdame las vacas), Fuenllana, Milan e Mudarra.
A quarta geração (1560-1600): Fim
do renascimento.
Principal compositor: Música
Sacra: Giovanni Pierluigi da Palestrina (Missa papae marcelli).
Características: clareza do
texto; estilo fluido de contraponto livre de textura densa e rica; tratamento
cuidadoso das dissonâncias; pulso rítmico equilibrado e uniforme e uso comum da
sincope para criar variedade. Este estilo foi definido como um modelo para a
música religiosa de seu tempo.
Principais compositores: Música
secular: Orlando di Lasso (Matona, Mi Cara), Gesualdo, De Rore, Tomás Luís de Victoria e John
Dowland.
Características: uso de texturas
polifônicas menos densas e homofônicas; larga utilização de instrumentos como
acompanhamento; primeiras formas de musica puramente instrumental.
Gêneros
Os principais gêneros da música Renascentistas foram:
Na Música Sacra: A Missa e o Moteto
Principais Compositores: Guillaume Dufay, Johannes Ockeghem,
Josquin Desprez, Johannes Obrecht e Giovanni Pierluigi da Palestrina.
Na Música Secular:
Gêneros da música vocal: o
Madrigal, a Frottola, a Caccia, a Chanson francesa [em diversas formas:
Rondeau, virelai, Canzonetta] e a música vocal acompanhada pelo alaúde na
Inglaterra.
Gêneros da música instrumental:
Música instrumental pura: Canzona da sonar: versão instrumental de peças
vocais; as primeiras canzoni eram para teclado ou alaúde e depois foram escritas para conjuntos instrumentais;
Fantasia in nomine: tema e variações baseadas num tema religioso.
Fantasia:
peça livre contrapontística.
Ricercare
("procurar" em italiano): peça com estilo imitativo.
Toccata
("tocar" em italiano): peça livre com passagens virtuosísticas.
Sonata
("soar" em italiano): peça para instrumentos de cordas.
Estas
composições eram escritas para instrumentos como: teclado [virginal ou órgão] e
cordas [grupos de violinos; Vihuela ou alaúde].
Com o
aparecimento de novos instrumentos na Europa iniciou-se a pratica de reuni-los
em famílias, chamadas consortes, com objetivo de se produzir uma sonoridade
homogênea para a música. Os consortes podiam ser formados por famílias da
flauta doce, da viola da gamba, do violino, da viola. Também havia os
instrumentos “solo” como o virginal e o cravo [teclados] e os que também
acompanham as execuções de musica vocal como a Vihuela e o Alaúde.
Johannes
Ockeghem
Nascido
em 1420, se sabe que Ockeghem em 1443 era Cantor no coro da Catedral de
Antuerpia, já em 1452 passou a integrar a capela real da França como Premier
Chapelain. Ockeghem tornou-se famoso não só por suas obras, mas principalmente
com o grande mestre dos compositores das gerações seguintes como Josquin Des
Prés.
Suas
obras conhecidas são 13 missas [missa L’homme arme; missa Caput]; 10 motetos e
cerca de 20 chansons [Ma maistresse; D’ung aultre amer]. O numero de missas
devesse ao fato desta ser a principal forma de composição na segunda metade do
Séc. XV.
Apesar da sonoridade de Ockeghem ser semelhante aquela de Dufay, as
texturas polifônicas do primeiro são bem mais densas e homogêneas, além das
melodias serem mais angulosas, e também temos o uso mais racional das cadencias
ao fim das frases.
Muitas
vezes para criar variedade na sua sonoridade Ockeghem muitas vezes escreve
trechos com apenas duos ou trios, com ritmos iguais nas vozes. A técnica de
imitação mais usada por Ockeghem é o cânone, nestes trechos ele demonstra toda
sua pericia como compositor.
Josquin
Des Prés
Era chamado de "Príncipe dos Compositores", pelos
músicos de sua época. Nasceu por volta de 1445 e
faleceu em 27 de Agosto de 1521, provavelmente em Condé-sur-l'Escaut, na região
francesa de Flandres. Sua música incorpora influências italianas à formação
característica da escola flamenga. Sua combinação de técnica e expressividade
rompe com o estilo medieval. Contribuiu para diversos gêneros, como a música
sacra [motetos e missas] e a música secular [chanson francesa e italiana].
Foi um dos primeiros a superar as
formas tradicionais de composição, dando novo tratamento às relações entre
texto e música. Mestre da polifonia e do contraponto estendeu e aplicou
sistematicamente o recurso da imitação (repetição de um trecho musical por
vozes diferentes). Seu estilo musical exibe grande invenção melódica e domínio
de técnicas como o cânone, bem como uma inclinação pelas canções populares.
Ele Utilizava a técnica como meio
de expressão requintado, um exemplo é técnica de suspensão empregada como recurso de ênfase, onde as vozes ganham os
registros mais graves nos trechos do texto onde, por exemplo, temos uma alusão
à morte.
Suas canções seculares também são importantes, foi o principal
representante do novo estilo de meados do século XV, com formas musicais menos
rígidas. Certas canções mostram técnica rebuscada, em ritmos vivos e texturas
claras.
Suas obras principais foram:
missas [Pange Lingua], motetes [Absolom fili mi; La deploration de la mort deJohannes Ockeghem] e canções [Mille Regetz; Faute D’argent; El Grillo].
Estilo
de Josquin Des Prés
O
estilo de Des Prés é marcado principalmente pelo desenvolvimento do contraponto
imitativo e expressivo. Nele o compositor tentava valoriza e potencializar os
aspectos poéticos e dramáticos do texto abordado.
Este
estilo passou a se chama musica
reservata (também musica secreta),
ela era um estilo de música vocal cantada à
capela metade do século 16, muito apreciada por círculos aristocráticos e
intelectuais, principalmente na Itália, envolveu o requinte e a expressão
emocional intensa através do canto do texto poético.
Um belo exemplo da musica reservata de Des Prés é o moteto Absolom fili mi, onde através de movimentos descendentes da
melodia, o compositor mimetiza o lamento de Davi pela morte de seu filho
Absalão.
Mille
regrets é a mais famosa chanson de Des Prés, é um bom exemplo de como o
compositor planejava sua obra com o objetivo de reforça a expressividade do
texto. Ela ainda obedecia de certa forma a rigidez formal, mas já se inclinavam
para uma maior liberdade formal em relação ao texto poético. O texto de “Mille regrets” é supostamente de autoria
do poeta Jean Lemaire de Belges (1473-1515). Fazendo uma observação do esquema
de rimas empregado nesta chanson,
vemos que na música de Josquin define
para algumas rimas serão usadas notas graves e em outras notas agudas.
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Mille regrets de vous abandonner
Et d’élonger votre face amoureuse
J’ai si grand deuil et peine
doleureuse
Qu’on me verra bref mes jours
définer.
A Chanson Francesa
A
Chanson do séc XVI difere daquela dos troboudors e troverès medievais, com o
requinte polifônico e poético, além da influencia do estilo dos compositores do
norte [Ducado de Borgonha, Inglaterra] e do sul [Itália], este gênero toma
outra dimensão na renascença.
Com a adição do gênero expressivo e descritivo
[onde ser usavam onomatopeias e imitações de animais e ruídos] a chanson
torna-se extremamente popular e influente.
A grande divulgação ajudou na divulgação
e na obtenção de fama para este gênero, isso foi possível graças ao
desenvolvimento simultâneo da imprensa de signos musicais.
Principais
compositores:
Clément
Janequin (1485 Châtellerault- 1558 Paris) Foi um dos mais famosos compositores
de chansons da Renascença, juntamente
com Claudin de Sermisy, teve forte influência no desenvolvimento da chanson
parisiense, principalmente da canção programática.
Claudin
de Sermisy (c. 1490 - 13 de outubro 1562) ele foi um dos compositores mais
renomados dos compositores de chansons [juntamente com Clément Janequin], além
disso, também foi um compositor importante do sagrado música. Sua música foi
tanto influenciada como também e influenciou seus contemporâneos italianos. (Au Joly boys)
Pierre
Certon (c1510-1520 - 23 de fevereiro de 1572) foi um influente compositor no
desenvolvimento tardio do francês chanson. (La la la je ne l'ose dire)
Se você quiser e puder colabore com o Parlatório Musical (LINK)