Estou desde de 2022 tentando escrever essa postagem. Sempre batia aquela preguiça de pesquisar, analisar e compilar informações. Mas um dia você tem de “bater o martelo” e dizer “deu”!
Nesse texto quero exportar aspectos estéticos, artísticos, sociais e por que não filosóficos a cerca do Synthwave como fenômeno cultural. Como disse quero expor as discussões, os artigos que tomei como base aprofundam as discussões e todos estão nas referências. O segundo artigo irá trata de um espécie de guia de aspectos gerais para composição do gênero LINK.
Bom, esse texto vai ser grande, mas me esforcei tentando deixá-lo mais simples e direto. Tudo aqui será tratado de forma generalizante, ou seja, todos os aspectos abordados têm sentido amplo e geral, no estilo guarda-chuva. Dessa forma, não vou me deter detalhes específicos de uma artista ou estética de uma obra em particular. É o esquema bandejão-bastantão!
Divirta-se ou não...
Synthwave: Como surgiu, onde, por que e o que é (não exatamente nessa ordem!).
👀 Antes de começar só mais uma coisinha. Não me detive muito nos meandros da história do surgimento ou evolução/transformação do Synthwave. Aqui meu objetivo é expor e pensar aspectos sobre esse gênero que é um fruto musical da cultura digital underground que chegou ao mainstream (e parece está voltando ao underground). Creio que se você tem esse interesse é melhor dá uma olhada no documentário The Rise Of The Synths (2019) [Você pode encontrar no Plex Link] 📽️